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Os servidores da saúde estão programando para o dia 4 de maio a paralisação dos serviços no Rio Grande do Norte. Segundo a categoria, após uma auditoria na folha de pagamento, o governador Robinson Faria ameaça retirar ou reduzir a insalubridade de mais de 5 mil servidores do estado e municipalizados. (Foto: arquivo//divulgação)

Ainda de acordo com a classe, o governo vai retirar o benefício caso não seja apresentada a comprovação do direito a insalubridade, um benefício que sempre receberam. O governador também quer retirar em maio o adicional noturno de quem tirar férias. As medidas fazem parte do duro ajuste fiscal dos governos, que segundo os servidores "querem fazer o funcionalismo público pagar a conta da crise econômica". 

"Como se já não bastasse nossos salários congelados e o atraso constante no pagamento, agora vem mais essa provocação. O governo joga nas costas do trabalhador a conta de crise. Não são as empresas que pagam o pato, sempre somos nós", reclamam.

Os servidores comparam a atitude de Robinson com a presidente Dilma Rousseff. "É a mesma coisa que Dilma já está tentando através do PL 257, que congela salários e proíbe concursos. Ou que o Temer prepara em seu plano "Ponte para o Futuro". Os dois brigam pelo poder, mas estão juntos na hora de nos atacar e cortar verbas do serviço público. Fora Todos!

Na próxima semana, no dia 4 de maio, os servidores irão fazer uma grande paralisação. Assembleia e ato público na Governadoria, às 9h.

Com insalubridade ameaçada, servidores da saúde irão parar dia 4

Os servidores da saúde estão programando para o dia 4 de maio a paralisação dos serviços no Rio Grande do Norte. Segundo a categoria, após uma auditoria na folha de pagamento, o governador Robinson Faria ameaça retirar ou reduzir a insalubridade de mais de 5 mil servidores do estado e municipalizados. (Foto: arquivo//divulgação)

Ainda de acordo com a classe, o governo vai retirar o benefício caso não seja apresentada a comprovação do direito a insalubridade, um benefício que sempre receberam. O governador também quer retirar em maio o adicional noturno de quem tirar férias. As medidas fazem parte do duro ajuste fiscal dos governos, que segundo os servidores "querem fazer o funcionalismo público pagar a conta da crise econômica". 

"Como se já não bastasse nossos salários congelados e o atraso constante no pagamento, agora vem mais essa provocação. O governo joga nas costas do trabalhador a conta de crise. Não são as empresas que pagam o pato, sempre somos nós", reclamam.

Os servidores comparam a atitude de Robinson com a presidente Dilma Rousseff. "É a mesma coisa que Dilma já está tentando através do PL 257, que congela salários e proíbe concursos. Ou que o Temer prepara em seu plano "Ponte para o Futuro". Os dois brigam pelo poder, mas estão juntos na hora de nos atacar e cortar verbas do serviço público. Fora Todos!

Na próxima semana, no dia 4 de maio, os servidores irão fazer uma grande paralisação. Assembleia e ato público na Governadoria, às 9h.

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