PUBLICIDADE



O vice-presidente da República, Michel Temer, afirmou na madrugada desta quinta-feira (12) que, caso o Senado aprove o parecer favorável a instauração do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, ele deverá dar posse a novos ministros já nesta quinta-feira.

Se o Senado aprovar o parecer, Dilma será afastada por até 180 dias e Temer assumirá a presidência da República. Os senadores discutem a instauração do processo de impeachment ao longo desta madrugada, desde a manhã de quarta-feira (11). A previsão é que a votação ocorra até a manhã.

Ao sair de seu gabinete, no anexo do Palácio do Planalto, depois de um dia de reuniões com aiados, Temer foi perguntado por jornalistas se toda a sua equipe já deve assumir o comando de ministérios nesta quinta-feira. "Amanhã [quinta-feira] vou, se as coisas acontecerem [no Senado], vou simplesmenmte dar posse aos ministros. Mas, primeiro, eu reitero, se as coisas acontecerem", afirmou.

"Vamos aguardar serenamente o resultado do Senado. Ainda temos umas quatro ou cinco horas pela frente [de discussão entre os senadores]. Vamos aguardar esse período com a tranquilidade habitual", disse.

Após deixar rreunião com Temer nesta madrugada, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), cotado para assumir o Ministério do Planejamento, afirmou que iria encontrar novamente o vice-presidente no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-presidência da República. "Estou indo conversar um pouco. Como o processo está demorado, está lento... Passei o dia trabalhando no Senado, agora vou dar uma conversada com o vice-presidente", afirmou.

Ele também disse não acreditar que haja anúncio de medidas econômicas já nesta quinta-feira. "Não sei se quem vai assumir [o Ministério da Fazenda], provavelmente é o ministro Henrique Meirelles, mas não sei se amanhã já tem algum tipo de medida mais direta, porque de todo jeito ela precisa ser conversada, precisa ser discutida, então é claro que nos primeiros dias teremos medidas, na área da economia também. Mas não sei se no primeiro dia, já que amanhã é mais um dia de posse de ministros, de indicação", declarou.

Dia de reuniões com aliados

Enquanto o plenário do Senado analisou o processo de impeachment nesta quarta, Michel Temer passou a maior parte do dia no Palácio do Jaburu, reunido com conselheiros políticos e parlamentares aliados. Por volta das 14h, ele recebeu ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, que é cotado para o Ministério da Fazenda no eventual novo governo. Cerca de três horas depois, Meirelles saiu sem falar com a imprensa.

Por volta das 21h, Temer se dirigiu ao Planalto e continuou recebendo conselheiros, como o ex-ministro da Aviação Civil Eliseu Padilha, que pode assumir a Casa Civil em um eventual governo. Padilha falou à imprensa sobre os planos do vice para esta quinta-feira (12), como o anúncio de ministros.

Ao sair, do encontro, Padilha havia dito que, caso o senado aprove o parecer, Temer fará um pronunciamento nesta quinta e anunciará o novo ministério. Ele também deverá comandar uma reunião com o primeiro escalão da Esplanada.

G1

Se as coisas acontecerem', Temer diz que pode empossar ministros na 5ª



O vice-presidente da República, Michel Temer, afirmou na madrugada desta quinta-feira (12) que, caso o Senado aprove o parecer favorável a instauração do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, ele deverá dar posse a novos ministros já nesta quinta-feira.

Se o Senado aprovar o parecer, Dilma será afastada por até 180 dias e Temer assumirá a presidência da República. Os senadores discutem a instauração do processo de impeachment ao longo desta madrugada, desde a manhã de quarta-feira (11). A previsão é que a votação ocorra até a manhã.

Ao sair de seu gabinete, no anexo do Palácio do Planalto, depois de um dia de reuniões com aiados, Temer foi perguntado por jornalistas se toda a sua equipe já deve assumir o comando de ministérios nesta quinta-feira. "Amanhã [quinta-feira] vou, se as coisas acontecerem [no Senado], vou simplesmenmte dar posse aos ministros. Mas, primeiro, eu reitero, se as coisas acontecerem", afirmou.

"Vamos aguardar serenamente o resultado do Senado. Ainda temos umas quatro ou cinco horas pela frente [de discussão entre os senadores]. Vamos aguardar esse período com a tranquilidade habitual", disse.

Após deixar rreunião com Temer nesta madrugada, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), cotado para assumir o Ministério do Planejamento, afirmou que iria encontrar novamente o vice-presidente no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-presidência da República. "Estou indo conversar um pouco. Como o processo está demorado, está lento... Passei o dia trabalhando no Senado, agora vou dar uma conversada com o vice-presidente", afirmou.

Ele também disse não acreditar que haja anúncio de medidas econômicas já nesta quinta-feira. "Não sei se quem vai assumir [o Ministério da Fazenda], provavelmente é o ministro Henrique Meirelles, mas não sei se amanhã já tem algum tipo de medida mais direta, porque de todo jeito ela precisa ser conversada, precisa ser discutida, então é claro que nos primeiros dias teremos medidas, na área da economia também. Mas não sei se no primeiro dia, já que amanhã é mais um dia de posse de ministros, de indicação", declarou.

Dia de reuniões com aliados

Enquanto o plenário do Senado analisou o processo de impeachment nesta quarta, Michel Temer passou a maior parte do dia no Palácio do Jaburu, reunido com conselheiros políticos e parlamentares aliados. Por volta das 14h, ele recebeu ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, que é cotado para o Ministério da Fazenda no eventual novo governo. Cerca de três horas depois, Meirelles saiu sem falar com a imprensa.

Por volta das 21h, Temer se dirigiu ao Planalto e continuou recebendo conselheiros, como o ex-ministro da Aviação Civil Eliseu Padilha, que pode assumir a Casa Civil em um eventual governo. Padilha falou à imprensa sobre os planos do vice para esta quinta-feira (12), como o anúncio de ministros.

Ao sair, do encontro, Padilha havia dito que, caso o senado aprove o parecer, Temer fará um pronunciamento nesta quinta e anunciará o novo ministério. Ele também deverá comandar uma reunião com o primeiro escalão da Esplanada.

G1

Nenhum comentário:

Postar um comentário