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G1RN - Lixo acumulado, falta de remédios, insumos e mão-de-obra fizeram com que os atendimentos no Hospital Giselda Trigueiro, referência em infectologia no Rio Grande do Norte, fossem suspensos. A diretoria da unidade hospitalar confirmou a suspensão dos atendimentos na manhã desta sexta-feira (2). Em nota, a direção afirma que as áreas mais afetadas são higienização, nutrição e lavanderia.

De acordo com a direção, 100% dos trabalhadores responsáveis pela higienização do Giselda são terceirizados. "Por falta de pagamento e término de contrato, as 39 pessoas que trabalham nesse setor estão impossibilitadas de exercerem suas atividades. Isso acarreta não apenas em má higiene das dependências hospitalares, mas também na impossibilidade de se admitir novos pacientes para internação, já que os leitos não poderão ser higienizados", diz a nota.

O atraso no pagamento da empresa que terceiriza o trabalho do setor de nutrição também impossibilita a continuidade do funcionamento do hospital, segundo a direção. Há uma semana já não é oferecida alimentação para servidores. Os funcionários da lavanderia também são terceirizados e também suspenderam as atividades por falta de pagamento.

"Além disso, materiais essenciais, como sabão, estão em falta. Soma-se a isso o fato de algumas máquinas estarem quebradas e as empresas responsáveis pela manutenção não estão fazendo-as por atrasos dos pagamentos. Sendo assim, roupas de cama, essenciais para internação dos enfermos, não estão sendo fornecidas. A somatória desses problemas acarreta em colapso", diz a nota da direção da unidade hospitalar.


Hospital Giselda Trigueiro suspende atendimento em Natal



G1RN - Lixo acumulado, falta de remédios, insumos e mão-de-obra fizeram com que os atendimentos no Hospital Giselda Trigueiro, referência em infectologia no Rio Grande do Norte, fossem suspensos. A diretoria da unidade hospitalar confirmou a suspensão dos atendimentos na manhã desta sexta-feira (2). Em nota, a direção afirma que as áreas mais afetadas são higienização, nutrição e lavanderia.

De acordo com a direção, 100% dos trabalhadores responsáveis pela higienização do Giselda são terceirizados. "Por falta de pagamento e término de contrato, as 39 pessoas que trabalham nesse setor estão impossibilitadas de exercerem suas atividades. Isso acarreta não apenas em má higiene das dependências hospitalares, mas também na impossibilidade de se admitir novos pacientes para internação, já que os leitos não poderão ser higienizados", diz a nota.

O atraso no pagamento da empresa que terceiriza o trabalho do setor de nutrição também impossibilita a continuidade do funcionamento do hospital, segundo a direção. Há uma semana já não é oferecida alimentação para servidores. Os funcionários da lavanderia também são terceirizados e também suspenderam as atividades por falta de pagamento.

"Além disso, materiais essenciais, como sabão, estão em falta. Soma-se a isso o fato de algumas máquinas estarem quebradas e as empresas responsáveis pela manutenção não estão fazendo-as por atrasos dos pagamentos. Sendo assim, roupas de cama, essenciais para internação dos enfermos, não estão sendo fornecidas. A somatória desses problemas acarreta em colapso", diz a nota da direção da unidade hospitalar.


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