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Sonho de muitos brasileiros, as vagas em concursos públicos não devem sofrer grande diminuição, caso a PEC 241 seja aprovada. A emenda congela as despesas do Governo Federal, com cifras corrigidas pela inflação, por até 20 anos. No entanto, de acordo com o gestor, coordenador e professor da Casa do Concurseiro, Edgar Abreu, o impacto nos concursos não deve ser grande, porque a restrição às novas contratações só ocorreram, caso um órgão não consiga cumprir as suas obrigações financeiras. Além disso, o professor ressaltou que a emenda só vale no âmbito federal e estes concursos representam 20% das vagas. Em relação à PEC, Abreu disse que ela é positiva na tentativa de controlar os gastos da União e de retomar a confiança de mercado no cenário internacional, no entanto falha ao igualar a situação das áreas sociais com as despesas do Executivo. Segundo o professor, os concursos mais afetados devem ser os dos tribunais, como TRE e TRT. Já as cobiçadas vagas na Caixa Econômica Federal, Correios e Petrobrás devem ser mantidas, já que são órgãos com grande rotatividade devido a constantes aposentadorias e desligamentos. Por enquanto, a PEC foi aprovada em uma primeira votação na Câmara, mas ainda deve passar por outras análises no Congresso Nacional. "Quando algum orgão do governo não cumprir com o orçamento, a penalidade vai ser não ter concurso público. Pequenos órgãos que representam talvez menos de 10% das vagas afetadas."

Além disso, o professor ressaltou que a emenda só vale no âmbito federal e estes concursos representam 20% das vagas. Em relação à PEC, Abreu disse que ela é positiva na tentativa de controlar os gastos da União e de retomar a confiança de mercado no cenário internacional, no entanto falha ao igualar a situação das áreas sociais com as despesas do Executivo. "Uma regra única para todas as áreas do governo, onde você vai gastar a mesma coisa do ano passado. Você joga a saúde, você joga a educação, que são realmente os pontos críticos em todos os setores e compara com nenhum tipo de gastos do governo."

Segundo o professor, os concursos mais afetados devem ser os dos tribunais, como TRE e TRT. Já as cobiçadas vagas na Caixa Econômica Federal, Correios e Petrobrás devem ser mantidas, já que são órgãos com grande rotatividade devido a constantes aposentadorias e desligamentos. Por enquanto, a PEC foi aprovada em uma primeira votação na Câmara, mas ainda deve passar por outras análises no Congresso Nacional.

Ludimila Cafarate
Band,com

PEC 241 não deve causar forte impacto nos concursos públicos





Sonho de muitos brasileiros, as vagas em concursos públicos não devem sofrer grande diminuição, caso a PEC 241 seja aprovada. A emenda congela as despesas do Governo Federal, com cifras corrigidas pela inflação, por até 20 anos. No entanto, de acordo com o gestor, coordenador e professor da Casa do Concurseiro, Edgar Abreu, o impacto nos concursos não deve ser grande, porque a restrição às novas contratações só ocorreram, caso um órgão não consiga cumprir as suas obrigações financeiras. Além disso, o professor ressaltou que a emenda só vale no âmbito federal e estes concursos representam 20% das vagas. Em relação à PEC, Abreu disse que ela é positiva na tentativa de controlar os gastos da União e de retomar a confiança de mercado no cenário internacional, no entanto falha ao igualar a situação das áreas sociais com as despesas do Executivo. Segundo o professor, os concursos mais afetados devem ser os dos tribunais, como TRE e TRT. Já as cobiçadas vagas na Caixa Econômica Federal, Correios e Petrobrás devem ser mantidas, já que são órgãos com grande rotatividade devido a constantes aposentadorias e desligamentos. Por enquanto, a PEC foi aprovada em uma primeira votação na Câmara, mas ainda deve passar por outras análises no Congresso Nacional. "Quando algum orgão do governo não cumprir com o orçamento, a penalidade vai ser não ter concurso público. Pequenos órgãos que representam talvez menos de 10% das vagas afetadas."

Além disso, o professor ressaltou que a emenda só vale no âmbito federal e estes concursos representam 20% das vagas. Em relação à PEC, Abreu disse que ela é positiva na tentativa de controlar os gastos da União e de retomar a confiança de mercado no cenário internacional, no entanto falha ao igualar a situação das áreas sociais com as despesas do Executivo. "Uma regra única para todas as áreas do governo, onde você vai gastar a mesma coisa do ano passado. Você joga a saúde, você joga a educação, que são realmente os pontos críticos em todos os setores e compara com nenhum tipo de gastos do governo."

Segundo o professor, os concursos mais afetados devem ser os dos tribunais, como TRE e TRT. Já as cobiçadas vagas na Caixa Econômica Federal, Correios e Petrobrás devem ser mantidas, já que são órgãos com grande rotatividade devido a constantes aposentadorias e desligamentos. Por enquanto, a PEC foi aprovada em uma primeira votação na Câmara, mas ainda deve passar por outras análises no Congresso Nacional.

Ludimila Cafarate
Band,com

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