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A rebelião ocorrida neste final de semana no presídio de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na região metropolitana de Natal, e que deixou presídio parcialmente destruído e 26 mortos, repercutiu na imprensa internacional. (Foto: Reprodução/ANDRESSA ANHOLETE/AFP)

O americano The New York Times publicou duas reportagens sobre o caso. A matéria destaca a violência com que os presidiários foram mortos — 25 teriam sido mutilados e decapitados — e que 40% dos internos ainda aguardam a sentença.

Já o britânico The Guardian apontou que é mais um episódio de uma escalada de violência da guerra das gangues brasileiras por controle do território do tráfico de drogas.

O Clarín, o principal jornal argentino, destacou também a superlotação do presídio: 1083 pessoas concentradas em um espaço que suporta 620 presos.

Também nos Estados Unidos, a rede televisão CNN detalhou os lados do conflito — o PCC (Primeiro Comando da Capital) e do Sindicato do Crime do Rio Grande do Norte.

Rebelião em Alcuçuz repercute na imprensa internacional


A rebelião ocorrida neste final de semana no presídio de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na região metropolitana de Natal, e que deixou presídio parcialmente destruído e 26 mortos, repercutiu na imprensa internacional. (Foto: Reprodução/ANDRESSA ANHOLETE/AFP)

O americano The New York Times publicou duas reportagens sobre o caso. A matéria destaca a violência com que os presidiários foram mortos — 25 teriam sido mutilados e decapitados — e que 40% dos internos ainda aguardam a sentença.

Já o britânico The Guardian apontou que é mais um episódio de uma escalada de violência da guerra das gangues brasileiras por controle do território do tráfico de drogas.

O Clarín, o principal jornal argentino, destacou também a superlotação do presídio: 1083 pessoas concentradas em um espaço que suporta 620 presos.

Também nos Estados Unidos, a rede televisão CNN detalhou os lados do conflito — o PCC (Primeiro Comando da Capital) e do Sindicato do Crime do Rio Grande do Norte.

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