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O rombo na Previdência Social quase dobrou em 2016 se comparado a 2015. Foram quase R$ 150 bilhões contra R$ 85,8 no ano retrasado.

Em termos percentuais o aumento foi de 74,5, o que assustou o governo. O resultado é a soma do rombo da previdência urbana que voltou a ter déficit após sete anos com a rural. O aumento do desemprego é apontado como um dos principais motivos do recorde da Previdência.

“Se existe um momento de baixa geração de emprego, como a arrecadação previdenciária é muito pautada em folha, naturalmente que o déficit tende a crescer com isso”, disse Marcelo Caetano, secretário da Previdência.

Até 2014, embora houvesse o rombo, os gastos com benefícios e arrecadaçoes cresciam no mesmo ritmo, mas em 2016, enquanto a receita ficou praticamente estável, os gastos da Previdência dispararam. O governo diz que o valor das aposentadorias cresceu acima da inflação.

“A intenção da proposta de emenda constitucional encaminhada é ter uma relação da despesa previdenciária razoavelmente estável. Então é justamente para poder dar estabilidade na Previdência e, com isso, garantir que o pagamento dos benefícios lá na frente”, explicou Caetano.

O Congresso volta ao trabalho na semana que vem. A reforma já passou pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Agora, deverá ser criada uma comissão especial para analisar a proposta.

(Com o G1)

Rombo da Previdência em 2016 é de quase R$ 150 bilhões


O rombo na Previdência Social quase dobrou em 2016 se comparado a 2015. Foram quase R$ 150 bilhões contra R$ 85,8 no ano retrasado.

Em termos percentuais o aumento foi de 74,5, o que assustou o governo. O resultado é a soma do rombo da previdência urbana que voltou a ter déficit após sete anos com a rural. O aumento do desemprego é apontado como um dos principais motivos do recorde da Previdência.

“Se existe um momento de baixa geração de emprego, como a arrecadação previdenciária é muito pautada em folha, naturalmente que o déficit tende a crescer com isso”, disse Marcelo Caetano, secretário da Previdência.

Até 2014, embora houvesse o rombo, os gastos com benefícios e arrecadaçoes cresciam no mesmo ritmo, mas em 2016, enquanto a receita ficou praticamente estável, os gastos da Previdência dispararam. O governo diz que o valor das aposentadorias cresceu acima da inflação.

“A intenção da proposta de emenda constitucional encaminhada é ter uma relação da despesa previdenciária razoavelmente estável. Então é justamente para poder dar estabilidade na Previdência e, com isso, garantir que o pagamento dos benefícios lá na frente”, explicou Caetano.

O Congresso volta ao trabalho na semana que vem. A reforma já passou pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Agora, deverá ser criada uma comissão especial para analisar a proposta.

(Com o G1)

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