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O Rio Grande do Norte alcançou neste sábado (27) a marca de mil assassinatos em 2017, segundo dados do Observatório da Violência Letal Intencional (Obvio). A média é de quase sete homicídios por dia no estado desde o início do ano. Diante do cenário de aumento da violência no estado, a deputada estadual Márcia Maia cobrou a instalação de um gabinete de gestão de crise da segurança pública integrado a outras pastas do Governo do Estado.

A cobrança foi feita nesta manhã, em seu perfil oficial no twitter, no qual a parlamentar lamentou o crescimento do número de mortes violentas. Márcia alertou ainda para o risco de, se mantida a média de assassinatos por dia, o RN terá até o final do ano cerca de 2,5 mil homicídios registrados.

“Nunca nosso RN viu uma crescente na violência desta forma e, infelizmente, sem qualquer sinal real de reação por parte do Governo do Estado. No mesmo período do ano passado, foram 784 assassinatos. Um aumento entre 2016 e 2017 de 27,6%. São números de uma guerra. Não é possível imaginar que não haja solução para um problema que, num passado recente, não possuía essa dimensão assustadora”, afirmou a parlamentar.

Deputada Márcia Maia cobra instalação de gabinete de gestão de crise contra aumento de assassinatos no RN



O Rio Grande do Norte alcançou neste sábado (27) a marca de mil assassinatos em 2017, segundo dados do Observatório da Violência Letal Intencional (Obvio). A média é de quase sete homicídios por dia no estado desde o início do ano. Diante do cenário de aumento da violência no estado, a deputada estadual Márcia Maia cobrou a instalação de um gabinete de gestão de crise da segurança pública integrado a outras pastas do Governo do Estado.

A cobrança foi feita nesta manhã, em seu perfil oficial no twitter, no qual a parlamentar lamentou o crescimento do número de mortes violentas. Márcia alertou ainda para o risco de, se mantida a média de assassinatos por dia, o RN terá até o final do ano cerca de 2,5 mil homicídios registrados.

“Nunca nosso RN viu uma crescente na violência desta forma e, infelizmente, sem qualquer sinal real de reação por parte do Governo do Estado. No mesmo período do ano passado, foram 784 assassinatos. Um aumento entre 2016 e 2017 de 27,6%. São números de uma guerra. Não é possível imaginar que não haja solução para um problema que, num passado recente, não possuía essa dimensão assustadora”, afirmou a parlamentar.

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