PUBLICIDADE



De Veja.com

O juiz Sergio Moro rebateu dois habeas corpus que a defesa de Lula impetrou no Superior Tribunal de Justiça.

Na primeira ação, os advogados pedem a suspensão da ação contra Lula acusando o juiz de parcialidade.

Na segunda, pedem para que a ação seja paralisada para que a defesa analise documentos da Petrobras.

A resposta de Moro foi enviada ao Ministro Felix Fischer, da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça.

Segundo o juiz, o depoimento de Leo Pinheiro reforça a tese de que o apartamento no Guarujá e as reformas seriam entregues a Lula.

“O depoimento terá que ser bem analisado quando do julgamento, mas, em princípio, reforça, se verdadeiro, a tese da acusação da vinculação do aludido apartamento com propinas em contratos da Petrobrás”, disse. E que, por isso, a ação está vinculada aos demais casos da Lava-Jato.

Já os documentos adicionalmente requeridos “são de duvidosa pertinência ou relevância para o caso”, segundo Moro. O juiz afirma ainda que “inexiste base para a pretensão legal de suspender a ação penal para examinar documentos”.

“Agregue-se que a Defesa, no interrogatório de seu cliente, Luiz Inácio Lula da Silva, em 10/05/2017, não fez qualquer pergunta, ainda mais sobre os aludidos documentos, nem sequer um único, a ilustrar que a afirmação da Defesa de que a suspensão liminar da ação penal era necessária para a “preparação da sua autodefesa” não tinha base real”, disse.

Moro rebate habeas corpus de Lula



De Veja.com

O juiz Sergio Moro rebateu dois habeas corpus que a defesa de Lula impetrou no Superior Tribunal de Justiça.

Na primeira ação, os advogados pedem a suspensão da ação contra Lula acusando o juiz de parcialidade.

Na segunda, pedem para que a ação seja paralisada para que a defesa analise documentos da Petrobras.

A resposta de Moro foi enviada ao Ministro Felix Fischer, da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça.

Segundo o juiz, o depoimento de Leo Pinheiro reforça a tese de que o apartamento no Guarujá e as reformas seriam entregues a Lula.

“O depoimento terá que ser bem analisado quando do julgamento, mas, em princípio, reforça, se verdadeiro, a tese da acusação da vinculação do aludido apartamento com propinas em contratos da Petrobrás”, disse. E que, por isso, a ação está vinculada aos demais casos da Lava-Jato.

Já os documentos adicionalmente requeridos “são de duvidosa pertinência ou relevância para o caso”, segundo Moro. O juiz afirma ainda que “inexiste base para a pretensão legal de suspender a ação penal para examinar documentos”.

“Agregue-se que a Defesa, no interrogatório de seu cliente, Luiz Inácio Lula da Silva, em 10/05/2017, não fez qualquer pergunta, ainda mais sobre os aludidos documentos, nem sequer um único, a ilustrar que a afirmação da Defesa de que a suspensão liminar da ação penal era necessária para a “preparação da sua autodefesa” não tinha base real”, disse.

Nenhum comentário:

Postar um comentário