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Por Valéria Bretas
Exame.com


“Daqui pouco mais de um ano, o político mais popular do Brasil pode estar dormindo em um de dois lugares: no conforto atrás das portas do palácio presidencial ou atrás das grades”, diz o Washington Post a respeito do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na publicação, Lula é descrito como “um político astuto e carismático” que guiou o Brasil durante um período de lua de mel com o crescimento econômico entre 2003 e 2010, mas que agora convive com o risco de ficar preso pelo resto de sua vida.

“Se condenado, Lula poderia ser preso pelo resto de sua vida. Contudo, ele tem uma alternativa atraente: a presidência”, diz a reportagem publicada no último sábado (13).

Afinal, segundo o texto, se conseguir impedir o processo judicial por tempo suficiente para ganhar a eleição de 2018, ganharia imunidade presidencial e estaria livre de acusações por quatro anos.

Por outro lado, a condenação antes do pleito pode significar o fim da carreira política do ex-presidente, já que ele ficaria impedido de concorrer a cargos públicos e colocaria um fim em sua carreira política.

O jornal afirma que a Operação Lava Jato, coordenada por Sergio Moro, “o herói do movimento anticorrupção do país”, trouxe um momento de igualdade na política brasileira.

No entanto,“ninguém, por mais rico ou poderoso que seja, está acima da lei. Mas ainda é uma incógnita se a operação poderá derrubar o político mais amado na história do país”.

Washington Post afirma que há dois caminhos possíveis para Lula



Por Valéria Bretas
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“Daqui pouco mais de um ano, o político mais popular do Brasil pode estar dormindo em um de dois lugares: no conforto atrás das portas do palácio presidencial ou atrás das grades”, diz o Washington Post a respeito do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na publicação, Lula é descrito como “um político astuto e carismático” que guiou o Brasil durante um período de lua de mel com o crescimento econômico entre 2003 e 2010, mas que agora convive com o risco de ficar preso pelo resto de sua vida.

“Se condenado, Lula poderia ser preso pelo resto de sua vida. Contudo, ele tem uma alternativa atraente: a presidência”, diz a reportagem publicada no último sábado (13).

Afinal, segundo o texto, se conseguir impedir o processo judicial por tempo suficiente para ganhar a eleição de 2018, ganharia imunidade presidencial e estaria livre de acusações por quatro anos.

Por outro lado, a condenação antes do pleito pode significar o fim da carreira política do ex-presidente, já que ele ficaria impedido de concorrer a cargos públicos e colocaria um fim em sua carreira política.

O jornal afirma que a Operação Lava Jato, coordenada por Sergio Moro, “o herói do movimento anticorrupção do país”, trouxe um momento de igualdade na política brasileira.

No entanto,“ninguém, por mais rico ou poderoso que seja, está acima da lei. Mas ainda é uma incógnita se a operação poderá derrubar o político mais amado na história do país”.

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