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Os partidos políticos poderão se reunir entre 20 de julho e 5 de agosto do próximo ano para definir as chapas que deverão ser inscritas até o dia 15 de agosto, para concorrer as eleições presidenciais, cujo o primeiro turno acontece em 7 de outubro.

Enquanto isso, na busca por evidência no cenário nacional, políticos já se mobilizam na tentativa de ganhar visibilidade ou até mesmo já se comportam com se estivessem concorrendo ao governo.

Condenado pelo juiz federal Sérgio Moro, no âmbito da operação Lava-Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se coloca na condição de pré-candidato, mesmo na incerteza do resultado do julgamento na segunda instância, que decidirá sobre a sua condenação ou inocência. Em caso de confirmação da condenação, o  petista ficará impedido de concorrer ao pleito.

Entram nesta lista de pretendentes ao posto de presidente, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC), e o ex-ministro da Integração Nacional no governo Lula, Ciro Gomes, do PDT.

Eleito senador pela quarta vez em 2014, Álvaro Dias é outro que almeja confirmar sua candidatura e chegar à presidência. Ele mudou recentemente de partido, saindo do PV para o Podemos, sigla substituta do PTN.

Carregando no currículo mandatos de vereador, deputado estadual e federal e governador do Paraná, o senador diz confiar no julgamento das “pessoas lúcidas” para não sofrer com o desgaste que atinge a classe política. “Espero que a população separe o joio do trigo e não generalize”, afirmou. “O politico modernizador não é aquele que tem pouca idade, mas aquele que tem a capacidade de fazer a leitura do dinamismo social e das mudanças que ocorrem na sociedade.”

A um ano do início do pleito, já são quatro os postulantes à presidência da República


Os partidos políticos poderão se reunir entre 20 de julho e 5 de agosto do próximo ano para definir as chapas que deverão ser inscritas até o dia 15 de agosto, para concorrer as eleições presidenciais, cujo o primeiro turno acontece em 7 de outubro.

Enquanto isso, na busca por evidência no cenário nacional, políticos já se mobilizam na tentativa de ganhar visibilidade ou até mesmo já se comportam com se estivessem concorrendo ao governo.

Condenado pelo juiz federal Sérgio Moro, no âmbito da operação Lava-Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se coloca na condição de pré-candidato, mesmo na incerteza do resultado do julgamento na segunda instância, que decidirá sobre a sua condenação ou inocência. Em caso de confirmação da condenação, o  petista ficará impedido de concorrer ao pleito.

Entram nesta lista de pretendentes ao posto de presidente, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC), e o ex-ministro da Integração Nacional no governo Lula, Ciro Gomes, do PDT.

Eleito senador pela quarta vez em 2014, Álvaro Dias é outro que almeja confirmar sua candidatura e chegar à presidência. Ele mudou recentemente de partido, saindo do PV para o Podemos, sigla substituta do PTN.

Carregando no currículo mandatos de vereador, deputado estadual e federal e governador do Paraná, o senador diz confiar no julgamento das “pessoas lúcidas” para não sofrer com o desgaste que atinge a classe política. “Espero que a população separe o joio do trigo e não generalize”, afirmou. “O politico modernizador não é aquele que tem pouca idade, mas aquele que tem a capacidade de fazer a leitura do dinamismo social e das mudanças que ocorrem na sociedade.”

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