PUBLICIDADE

Mesmo cansado, público correspondeu e aguentou firme as três horas e meia do concerto


Subir ao palco depois do The Who, considerada uma das maiores bandas ao vivo da história, é tarefa para poucos. O Guns N' Roses com três quintos de sua formação clássica, topou a arriscada empreitada e se saiu bem. O fato é que o caso de amor entre banda e público brasileiro vem de longe e segue forte. Tanto que uma multidão novamente se espremeu para vê-los, apesar da banda ter estado aqui há menos de um ano tocando um repertório bastante semelhante ao de hoje.

A empolgação de qualquer forma se justifica, não só pela chance de ver Slash e Duff McKagan de volta ao grupo, mas também por Axl com animação redobrada e com a voz em boa forma - ainda que o seu timbre tenha mudado em relação ao que se acostumou a ouvir nos discos.

O show de hoje também marcou o reencontro do Guns com o festival - o mesmo que trouxe o grupo ao Brasil pela primeira vez em 1991. As relações se estremeceram depois que um atraso monumental de Axl na edição de 2011 do evento, fez Roberto Medina jurar que nunca mais trabalharia com a banda. Como promessas existem para ser descumpridas, o empresário voltou atrás. Mas não se nega que o vocalista se mostrou muito profissional, e pontual, dessa vez. Ainda bem porque não fosse assim a banda só iria ter saído do palco já com o dia amanhecido.

(Com o Vagalume)
 


Sem atraso e com show longo, Guns N' Roses fazem as pazes com o Rock in Rio

Mesmo cansado, público correspondeu e aguentou firme as três horas e meia do concerto


Subir ao palco depois do The Who, considerada uma das maiores bandas ao vivo da história, é tarefa para poucos. O Guns N' Roses com três quintos de sua formação clássica, topou a arriscada empreitada e se saiu bem. O fato é que o caso de amor entre banda e público brasileiro vem de longe e segue forte. Tanto que uma multidão novamente se espremeu para vê-los, apesar da banda ter estado aqui há menos de um ano tocando um repertório bastante semelhante ao de hoje.

A empolgação de qualquer forma se justifica, não só pela chance de ver Slash e Duff McKagan de volta ao grupo, mas também por Axl com animação redobrada e com a voz em boa forma - ainda que o seu timbre tenha mudado em relação ao que se acostumou a ouvir nos discos.

O show de hoje também marcou o reencontro do Guns com o festival - o mesmo que trouxe o grupo ao Brasil pela primeira vez em 1991. As relações se estremeceram depois que um atraso monumental de Axl na edição de 2011 do evento, fez Roberto Medina jurar que nunca mais trabalharia com a banda. Como promessas existem para ser descumpridas, o empresário voltou atrás. Mas não se nega que o vocalista se mostrou muito profissional, e pontual, dessa vez. Ainda bem porque não fosse assim a banda só iria ter saído do palco já com o dia amanhecido.

(Com o Vagalume)
 


Nenhum comentário:

Postar um comentário