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Anvisa recomenda suspensão definitiva de cruzeiros no país


Na quarta-feira 12, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão definitiva da temporada de cruzeiros no Brasil.

A medida foi tomada depois da verificação do “aumento exponencial” de casos de covid-19 nessas embarcações, principalmente entre os tripulantes.

No último dia de 2021, a Anvisa orientou a suspensão provisória dos navios cruzeiros, prevista para ser retomada em 21 de janeiro deste ano.

Nos dias que antecederam a decisão, o navio MSC Splendida, atracado no Porto de Santos (SP), e o navio Costa Diadema, atracado em Salvador (BA), interromperam as atividades devido a surtos de covid-19 a bordo.

Desde a suspensão temporária, a Anvisa avaliava o cenário epidemiológico e, diante do aumento de casos, tanto no setor de cruzeiros quanto no país como um todo, decidiu recomendar a suspensão definitiva.

“A Anvisa entende que o cenário atual é desfavorável à continuidade das operações dos navios de cruzeiro”, informou a agência reguladora, em nota. “Nesse sentido, com fundamento no princípio da precaução e a partir de todos os dados disponíveis, recomendou a suspensão definitiva da temporada de navios de cruzeiro no Brasil”.

Segundo a agência, até o dia 6, foram reportados mais de 1,1 mil casos positivos de covid-19 entre tripulantes e passageiros, caracterizando um forte aumento de casos nos navios. A recomendação foi encaminhada ao Ministério da Saúde e à Casa Civil.
Suspensão de cruzeiros pode gerar prejuízo de R$ 1,7 bilhão

O fracasso da temporada brasileira de cruzeiros, suspensa por surtos de covid-19 nas embarcações e pelos temores com a variante Ômicron, representa um impacto negativo de R$ 1,7 bilhão na economia nacional.

O valor havia sido estimado pelos representantes da entidade que reúne as empresas armadoras do setor, considerando a realização de 106 roteiros e 409 escalas que estavam previstos até o próximo mês de abril.

Revista Oeste

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