O grupo Advogados Pró-Bolsonaro manifestou-se contra a censura à produtora Brasil Paralelo determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na semana passada, a Corte mandou tirar do ar vídeos que vinculam Lula a esquemas de corrupção, como Mensalão e Petrolão, quando o ex-presidente governou o país.
“Trata-se de decisão inconstitucional que institucionaliza a consolidação da censura no Brasil sob a denominação de desordem informacional”, ressaltaram os advogados. “A invenção mirabolante denominada ‘desordem informacional’ afronta peremptoriamente as liberdades e os princípios constitucionais.”
Conforme o documento, o TSE atua com “ativismo judicial militante”. Ainda de acordo com a nota dos advogados, o TSE coaduna com “o projeto de governo ideológico da extrema esquerda no Brasil no tocante à regulamentação dos meios de comunicação, das mídias sociais e dos seus conteúdos”.
“O ordenamento jurídico não comporta qualquer indicativo versando sobre a regulamentação dos meios de comunicação, das mídias sociais e dos seus conteúdos para delimitar em qual circunstância uma plataforma de mídia ou rede social de comunicação e conteúdo devem atuar para divulgar informações em geral ao seu público interno ou externo”, sustentaram os advogados.



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