O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva institucionalizou a narrativa do Partido dos Trabalhadores de que o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, foi um golpe.
O texto com a palavra “golpe”, em referência ao impeachment, foi publicado no site oficial do Palácio do Planalto, em 13 de janeiro, e divulga a nova diretoria da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC): “O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Paulo Pimenta, indicou também para processo de transição na EBC outras quatro mulheres, que assumirão cargos de assessoria ou gerências: Rita Freire, presidente do Conselho Curador da EBC cassado após o golpe de 2016; Juliana Cézar Nunes, empregada concursada da empresa; e as jornalistas Nicole Briones e Flávia Filipini”.
Dilma teve o mandato cassado em agosto de 2016, depois de um processo regular de abertura de impeachment, o qual seguiu os trâmites legais no Congresso Nacional. Com a cassação de Dilma, o então vice-presidente, Michel Temer (MDB), assumiu a Presidência.
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