As declarações de Gilvan ocorreram em julho de 2023, quando o deputado participou de um evento do Movimento Pró-Armas em Brasília. No STF, o inquérito é relatado pelo ministro Luiz Fux.
Ao justificar a abertura de inquérito, o delegado responsável pelo caso argumentou, no despacho, que o parlamentar teve a intenção de “ofender a honra” de Lula ao chamá-lo de “ex-presidiário”, “ladrão” e “corrupto”.
Além disso, o delegado alegou que, no mesmo discurso, Gilvan da Federal também citou as condenações do petista pelo crime de lavagem de dinheiro e supostamente "mandou recado" ao então ministro da Justiça, ao falar para Dino tomar sua arma caso ele "fosse homem".
O deputado deve prestar depoimento à PF nesta quarta-feira, 20.
Tribuna do Norte
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