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Entidade de jornalistas independentes alerta para riscos na prisão de Bolsonaro

Associação pede medidas humanitárias para ex-presidente


A AJOIA BRASIL publicou uma nota oficial nesta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, em Belo Horizonte. A associação de jornalistas manifesta profunda preocupação com o processo penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. O documento denuncia o que classifica como injustiças, excepcionalidade jurídica e desumanização no sistema penal. A entidade defende que o jornalismo deve manter uma vigilância democrática permanente sobre esses fatos.

A associação afirma que procedimentos de exceção estão se tornando comuns no país. O grupo destaca que o silêncio diante dessas situações representa uma omissão histórica. A nota critica o julgamento direto realizado pela Suprema Corte. O texto aponta que Bolsonaro não possui foro privilegiado para tal rito. A entidade argumenta que a legalidade está se afastando da humanidade neste caso específico.

CRUELDADE INSTITUCIONAL

A AJOIA BRASIL questiona a qualidade das provas utilizadas nas investigações. O documento menciona minutas e depoimentos contraditórios como elementos frágeis para uma condenação. Segundo a associação, não existe comprovação de presença na cena dos fatos ou prova material conclusiva. O grupo defende que a defesa do ex-presidente sofre limitações práticas constantes. Essas circunstâncias exigem um escrutínio público rigoroso e transparente.

A saúde de Jair Bolsonaro é um ponto central da manifestação da entidade. A associação afirma que o Estado negou repetidamente os pedidos de prisão domiciliar. O texto descreve um quadro de debilidade física grave e amplamente noticiado. A AJOIA BRASIL argumenta que o rigor penal não deve se transformar em crueldade institucional. A entidade defende que a dignidade humana precisa ser respeitada pelo sistema de Justiça.

O documento encerra com um alerta grave sobre os riscos de vida do réu. A nota afirma que uma eventual morte na prisão não será obra do acaso. Para os jornalistas, tal desfecho será consequência direta de decisões conscientes e omissões deliberadas. A associação reforça que a democracia não se sustenta sem garantias individuais básicas. O texto conclui que a Justiça perde seu sentido quando se distancia da humanidade.
LEIA CONTEÚDO INTEGRAL DA NOTA NO LINK A SEGUIR:

Nota à Sociedade.pdf – Google Drive

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