A associação afirma que procedimentos de exceção estão se tornando comuns no país. O grupo destaca que o silêncio diante dessas situações representa uma omissão histórica. A nota critica o julgamento direto realizado pela Suprema Corte. O texto aponta que Bolsonaro não possui foro privilegiado para tal rito. A entidade argumenta que a legalidade está se afastando da humanidade neste caso específico.
CRUELDADE INSTITUCIONAL
A AJOIA BRASIL questiona a qualidade das provas utilizadas nas investigações. O documento menciona minutas e depoimentos contraditórios como elementos frágeis para uma condenação. Segundo a associação, não existe comprovação de presença na cena dos fatos ou prova material conclusiva. O grupo defende que a defesa do ex-presidente sofre limitações práticas constantes. Essas circunstâncias exigem um escrutínio público rigoroso e transparente.
A saúde de Jair Bolsonaro é um ponto central da manifestação da entidade. A associação afirma que o Estado negou repetidamente os pedidos de prisão domiciliar. O texto descreve um quadro de debilidade física grave e amplamente noticiado. A AJOIA BRASIL argumenta que o rigor penal não deve se transformar em crueldade institucional. A entidade defende que a dignidade humana precisa ser respeitada pelo sistema de Justiça.
O documento encerra com um alerta grave sobre os riscos de vida do réu. A nota afirma que uma eventual morte na prisão não será obra do acaso. Para os jornalistas, tal desfecho será consequência direta de decisões conscientes e omissões deliberadas. A associação reforça que a democracia não se sustenta sem garantias individuais básicas. O texto conclui que a Justiça perde seu sentido quando se distancia da humanidade.
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