Isabelle foi encontrada morta na noite de domingo 13, no bairro Aldeota. Segundo as informações obtidas pela perícia durante o atendimento, o óbito ocorreu por volta das 20h40. A Polícia Civil já ouviu quatro pessoas, tem outros quatro depoimentos agendados e analisa imagens de câmeras.
O caso ganhou repercussão após a mãe da estudante, a professora universitária Isorlanda Caracristi, publicar um vídeo cobrando explicações e justiça. Segundo ela, Isabelle havia relatado dores no pescoço e passou parte do fim de semana com a família. No domingo, informou que iria a uma missa e procissão com o namorado e a mãe dele.
Naquela noite, Isabelle enviou duas mensagens à mãe. Em uma, pediu que ela verificasse uma comida deixada na airfryer. Na outra, escreveu: “Mãe, eu te amo”. Sem conseguir contato com a filha na manhã seguinte, Isorlanda foi ao condomínio e afirma que soube pela síndica que Isabelle havia morrido e que o corpo estava na sede da Perícia Forense.
Segundo Isorlanda, a filha cursava o segundo semestre de Direito e havia conhecido o namorado durante um estágio em um escritório de advocacia. A mãe atribui ao homem um comportamento controlador e relatou que o relacionamento provocava preocupação na família.
O escritório informou que João Munhoz exerceu “exclusivamente atividades de natureza administrativa” e deixou de prestar serviços à empresa. Também afirmou que Isabelle trabalhou no local por “aproximadamente 20 dias, do final de julho ao início de agosto, quando solicitou seu desligamento por razões de ordem pessoal”.
A SSPDS informou que a Polícia Civil e a Perícia Forense continuam trabalhando no caso e que somente após a conclusão das investigações será possível determinar a dinâmica da morte.
Agora RN


0 Comentários
Os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores.