Petista queria atirar sinalizadores contra multidão e foi impedido por manifestantes

Após ter sido barrado na cúpula do Metrô-SP, o ativista foi entregue à Guarda Civil antes que praticasse o ato

que transcorria era, conhecidamente por todos, do espectro político de direita”. O histórico do BO detalha que ele “pretendia, do alto da cúpula da entrada da estação de metrô, acender um sinaleiro luminoso, mas que não realizou o seu intento”.

Os guardas o retiraram do local “visando resguardar a segurança da parte” e o conduziram à autoridade policial. O documento registra expressamente: “nada de ilícito havia em posse da parte, nem dano ou nenhuma outra prática criminosa foi praticada, na ocasião”, até porque o petista ão chegou a disparar um sinalizador, que em seguida seria descartado na unidade policial. A natureza da ocorrência foi classificada como “Não Criminal – Outros não criminal” e a solução foi “BO para registro”.

O episódio ocorre uma semana após o ato pró-Lula na mesma avenida (11), quando houve relatos oficiais e imagens de pichações, depredação de grades e vidros em estações da Linha 2-Verde, incluindo a Trianon-MASP. O Metrô e a Polícia Militar registraram ocorrências de tumulto e danos naquela ocasião.

Diário do Poder 

Postar um comentário

0 Comentários