que o presidente Lula “não participou de qualquer negociação para a contratação dos navios utilizados como hospedagem durante a COP30”.
“Não houve reunião do presidente ou do então ministro Rui Costa com Marcelo Cohen para tratar do tema. A contratação foi conduzida pelas instâncias responsáveis, com base em critérios técnicos e nos procedimentos previstos para a organização da COP30. As afirmações atribuídas a terceiros nas mensagens mencionadas pela reportagem não correspondem aos fatos“, disse a Secom.
Já a Embratur disse que a escolha da Qualitours se deu por meio de chamamento público e que ela “apresentou todos os documentos legalmente exigidos para atestar idoneidade e capacidade de execução do contrato”.
A agência destacou que não houve nenhuma participação do Master no processo de contratação dos navios e que a “estruturação financeira da operação foi garantida pelo banco BTG Pactual, por meio da emissão de carta fiança”.
A Embratur reforçou ainda que a contratação já foi auditada pelo TCU, que, por unanimidade, a considerou regular, além de atestar que o modelo foi economicamente mais vantajoso em comparação ao fretamento direto dos navios.
O que diz a empresa
A Qualitours disse que “foi regularmente contratada pela Embratur para operar navios de hospedagem” na COP30 e que os “serviços foram prestados de maneira exitosa e de acordo com as exigências”.
A empresa ressaltou que a contratação e a execução dos serviços não tiveram qualquer participação do Master nem de Vorcaro. A firma não respondeu, porém, qual seria a “solução” mencionada por seu dono ao banqueiro.
Com informações da coluna Igor Gadelha, de Metrópoles


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