Com mais de R$ 240 mi arrecadados desde 2025, Alto do Rodrigues não deverá sofrer impacto da crise econômica do país

Fermurn alerta prefeituras do RN para queda de receitas e atraso nos repasses

Sem qualquer obra de média ou grande relevância executada pela getão da prefeitra Raquel Lemos (PP) com recursos próprios do município, o Alto do Rodrigues não deverá sofrer qualquer impacto econômico com a crise financeira para o próximo ano, como prevê analistas econômicos e a própria Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn).

Isso porque, a contar do início do atual mandato, o Alto do Rodrigues obteve uma arrecadação superior aos R$ 240 milhões, e o que os moradores observam é justamente uma retenção de recursos e uma oferta de serviços precários no atual cenário, especialmente nos três principais setores da gestão: saúde, educação e assistência social.

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Como as obras relevantes (cheche, escola e hospital) que estão lentamente em andamento estão sendo bancadas com a ajuda de emendas parlamentares de senadores e deputados, subentende-se que existe uma rubusta reserva de capital, o que impedirá que os moradores de Alto do Rodrigues venham a sofrer ainda mais com a crise econômica anunciada para o ano que vem.

Não há como considerar razoável qualquer corte nos programas sociais ou na redução na prestação de serviços que já não funcionam bem, com o pretexto de que houve atrasos no repasses de recusos ou coisa do tipo. É hora de arregaçar as mangas e aplicar de forma prudente as reservas orçamentárias do município, para que a população não "pague a conta dobrada".

Fonte dos dados, Portal da Transparência do município de Alto do Rodrigues (2025/2026).

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