
O pequeno Cesar, de 5 meses, nasceu com metade do coração e três braços. A condição da criança, que já passou por cinco cirurgias, exige cuidados especiais. Os pais do bebê, moradores de Praia Grande, no litoral de São Paulo, criaram uma vaquinha virtual para custear as necessidades de Cesinha e apelam para a solidariedade.
A condição do menino surpreendeu os pais. Segundo Michelle Fondos, mãe do bebê, eles só ficaram sabendo dos problemas após o nascimento, uma vez que durante o pré-Natal tudo aparentava estar normal.
"Fiz todos os exames de pré-natal e não acusou nada. Na hora, foi um susto. A única coisa foi que decidiram tirar ele ainda prematuro", disse.
Michelle contou ao portal UOL que o bebê saiu recentemente da UTI do Beneficência Portuguesa, onde ficou internado desde agosto passado e já passou por cinco cirurgias. Os procedimentos buscaram corrigir problemas no coração, coluna e diafragma.
Cesinha nasceu com um terceiro braço, que tem duas mãos - por temor de expor demasiadamente o bebê, Michelle solicitou que a reportagem não publicasse imagens do problema. O membro, que nasceu logo abaixo do braço direito, apresenta sistema nervoso e ossos, mas não se movimenta. Além disso, a criança também veio ao mundo com a Síndrome da Hipoplasia do Coração Esquerdo, também conhecida como "coração pela metade".
A justificativa médica para a situação da criança, a princípio, é ele que tinha um gêmeo siamês ao seu lado no útero e que o organismo teria combatido um deles, acrescentou Michelle. Essa suspeita, no entanto, só pode ser confirmada após a realização de um exame genético.
Devido às necessidades especiais do cotidiano de Cesinha, os pais dele se afastaram de seus respectivos trabalhos para se dedicarem exclusivamente ao menino. No entanto, a família ficou sem recursos para arcar com o tratamento.
Para apelar à solidariedade das pessoas, a família criou uma vaquinha virtual com uma meta de arrecadação de R$ 20 mil. O recurso, garantem os pais, será revertido em medicamentos e todo um leque de produtos essenciais ao tratamento.
Com informações de UOL

0 Comentários
Os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores.