“Nos termos do regimento interno, o Tribunal não processará comunicação de crime, encaminhando-a à Procuradoria-Geral da República. Assim, como de praxe, encaminhem-se os autos à Procuradoria-Geral da República para manifestação”, disse Barroso.
Segundo a reportagem da Revista Veja, Alcolumbre teria desviado cerca de R$ 2 milhões nos últimos cinco anos por meio de um esquema de transferência de parte do salário de servidores, prática conhecida como “rachadinha”, dentro de seu gabinete.
Revista Oeste

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