O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou por mais 60 dias um inquérito sobre a conduta do presidente Jair Bolsonaro ao citar uma reportagem da revista Exame, durante uma live de quinta-feira. Alterada duas vezes depois de citada, a manchete informava: “Algumas vacinas contra a covid-19 podem aumentar o risco de HIV”.
Atendendo a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), Moraes concedeu mais prazo para investigação, que requereu tempo para a apuração logo após a Polícia Federal (PF) argumentar que o presidente cometeu incitação ao crime. Entre as medidas, a PF quer colher o depoimento de Bolsonaro, além de informações das redes sociais sobre a transmissão.
No relatório enviado ao STF, a delegada da PF Lorena Lima Nascimento argumentou que a conduta de Bolsonaro levou os espectadores da live ao descumprimento de “normas sanitárias” estabelecidas pelo próprio governo. Neste caso, tomar a vacina contra o novo coronavírus.
Origem do inquérito contra Bolsonaro
A investigação foi aberta em 3 de dezembro de 2021, depois de o chefe do Executivo ler a reportagem sobre a possibilidade de vacinados desenvolverem Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Bolsonaro passou a ser investigado após a CPI da Covid acionar o STF. A comissão acusou Bolsonaro de cometer “crimes de epidemia” (art. 267 do CP) e infração de medida sanitária (art. 268 do CP). A live com a declaração do presidente foi tirada do ar pelas big techs.
Revista Oeste
No relatório enviado ao STF, a delegada da PF Lorena Lima Nascimento argumentou que a conduta de Bolsonaro levou os espectadores da live ao descumprimento de “normas sanitárias” estabelecidas pelo próprio governo. Neste caso, tomar a vacina contra o novo coronavírus.
Origem do inquérito contra Bolsonaro
A investigação foi aberta em 3 de dezembro de 2021, depois de o chefe do Executivo ler a reportagem sobre a possibilidade de vacinados desenvolverem Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Bolsonaro passou a ser investigado após a CPI da Covid acionar o STF. A comissão acusou Bolsonaro de cometer “crimes de epidemia” (art. 267 do CP) e infração de medida sanitária (art. 268 do CP). A live com a declaração do presidente foi tirada do ar pelas big techs.
Revista Oeste
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