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Marco Aurélio Mello diz que Marcos Cintra "apenas teorizou uma preocupação"

 


O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello (foto), defendeu o economista Marcos Cintra, que teve suas contas no Twitter suspensas por ordem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após apontar questionamentos sobre a urna eletrônica. Mello, que esteve na Suprema Corte até o ano passado, disse que Cintra não cometeu crime algum.

“Ele apenas teorizou uma preocupação e disse que se impunha a tomada de providências pela Justiça Eleitoral para verificar o fato”, disse o ex-ministro à CNN “fato que teria sido levantado no próprio Tribunal Superior Eleitoral.”

Para ele, com suas dúvidas Cintra não tentou desmerecer em si o sistema de urnas eletrônicas – e a Constituição garante a liberdade de expressão e manifestação e proíbe qualquer censura.

“Eu imagino que o ministro Alexandre de Moraes leu o que falou em si o cidadão Marcos Cintra – e os atos determinados extravasam o campo da normalidade e mesmo do bom senso. Queremos que se retroaja a uma época já sepultada?”, questionou Mello.

Até o próprio ex-ministro considerou suspeitos os dados apresentados por Marcos Cintra. “É difícil conceber seção com dezenas de eleitores e se ter voto apenas para determinado candidato”, disse o ministro. “Me preocupa mais a questão de agrupamentos indígenas e quilombolas. Se se confirmar o que ele veiculou, se tem aí verdadeiros currais eleitorais e evidentemente não há campo para isso.”

Revista Oeste

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