"Devido à fraquíssima capacidade do governo para investir, acreditamos que o governo de Lula não terá incentivos para reverter completamente as mudanças promovidas pelo governo de Bolsonaro, que levaram a níveis mais elevados de investimentos do setor privado nos últimos anos",
Apesar de a tendência de crescimento económico do Brasil ter surpreendido a agência de rating, que se viu obrigada a rever a previsão para este ano de 0,8% para 2,5%, a Standard & Poor's alerta ainda para o impacto da inflação no crescimento do país, estimando que o crescimento abrande para 0,6% em 2023
Lula da Silva volta a assumir a presidência do Brasil a 01 de janeiro do próximo anos, após dois mandatos entre 2003 e 2010.
Euronews

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