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Masturbação na primeira infância; explorar gêneros: guia da OMS gera polêmica

 Orientação diz que crianças devem ser ensinadas sobre 'a alegria e prazer ao tocar o próprio corpo'


O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, | Foto: Divulgação/OMS



O guia Padrões para a Educação Sexual na Europa, da Organização Mundial da Saúde (OMS), gerou polêmica nas redes sociais por conter orientações sobre masturbação na primeira infância, às crianças entre quatro e seis anos, e conselhos sobre questões de gênero.

Lançado pela OMS em 2010, o manual tem sido atualizado ao longo dos anos. As diretrizes já serviram para a formulação de portarias e leis em nações europeias, como o País de Gales. Agora, com trechos do documento em circulação nas redes, a agência de saúde está sendo pressionada a reverter as orientações.

Um trecho do guia diz que “a educação sexual começa desde o nascimento”. O ensinamento é descrito ainda como “estrutura para formuladores de políticas, autoridades educacionais e de saúde e especialistas”.


Segundo o manual, as crianças têm “o direito de fazer perguntas sobre sexualidade”. Além disso, os pequenos podem “explorar identidades de gênero”. A orientação da OMS também diz que crianças devem ser ensinadas sobre “alegria e prazer ao tocar o próprio corpo, masturbação na primeira infância”.

Depois da repercussão, um porta-voz da OMS se manifestou: “Nossas diretrizes refletem fatos psicológicos estabelecidos sobre a compreensão das crianças sobre seus corpos e desenvolvimento psicossocial com base em décadas de pesquisa”. Depois da polêmica, a OMS tirou do ar o relatório. A agência de saúde, contudo, não sinalizou que pretende recuar das diretrizes.

Revista Oeste

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