O movimento reuniu servidores durante toda a manhã e contou com falas de apoio, inclusive, do Detran que estão em greve também desde o dia 5 de julho.
Segundo o Sindicato da Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN) o governo do estado havia solicitado a suspensão da greve até pelo menos o mês de agosto, pedido que não foi acatado pela categoria.
"O movimento grevista da saúde surge na tentativa de pressionar, mais fortemente, o governo Fátima Bezerra (PT) a atender a pauta da categoria e superar pontos que já deveriam ter sido cumpridos", destacou o Sindsaúde/RN.
Segundo o Sindicato da Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN) o governo do estado havia solicitado a suspensão da greve até pelo menos o mês de agosto, pedido que não foi acatado pela categoria.
"O movimento grevista da saúde surge na tentativa de pressionar, mais fortemente, o governo Fátima Bezerra (PT) a atender a pauta da categoria e superar pontos que já deveriam ter sido cumpridos", destacou o Sindsaúde/RN.
Confira as reinvidicações:
-A reposição das perdas salariais de 21,87%
para a saúde;
-Implementação e pagamento do adicional dos técnicos de Radiologia;
-Reenquadramento respeitando o tempo de serviço;
-Convocação do cadastro de reserva e realização de novo concurso público;
-Implementação das mudanças de carga horária de 30hs para 40hs.
"O que os servidores e o Sindsaúde/RN sentem é que falta compromisso e seriedade por parte do governo na hora de negociar e atender a categoria. O mesmo desinteresse, por exemplo, não é sentido quando o governo recebe e atende outras categorias. A saúde, como sempre, segue negligenciada apesar de sua importância", concluiu.
-A reposição das perdas salariais de 21,87%
para a saúde;
-Implementação e pagamento do adicional dos técnicos de Radiologia;
-Reenquadramento respeitando o tempo de serviço;
-Convocação do cadastro de reserva e realização de novo concurso público;
-Implementação das mudanças de carga horária de 30hs para 40hs.
"O que os servidores e o Sindsaúde/RN sentem é que falta compromisso e seriedade por parte do governo na hora de negociar e atender a categoria. O mesmo desinteresse, por exemplo, não é sentido quando o governo recebe e atende outras categorias. A saúde, como sempre, segue negligenciada apesar de sua importância", concluiu.
Com informações do Sindsaúde/RN

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