A oposição acusa o presidente de deterioração de patrimônio público, dano qualificado e prevaricação
Em quase 400 páginas, 16 parlamentares da oposição destrincharam um voto separado no relatório paralelo sobre a CPMI do 8 de Janeiro. No documento, os políticos pediram o indiciamento de seis pessoas.
O presidente Lula, o ministro Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública) e o general Gonçalves Dias, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), estão entre os nomes citados.
O relatório paralelo acusa Lula de cometer os crimes de deterioração de patrimônio público, dano qualificado e prevaricação.
A oposição não leva a frente a ideia de tentativa de golpe de Estado dos vândalos, que invadiram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, e diz que os atos de depredação aconteceram por uma “série de omissões por parte do governo petista”.
Então, o presidente Lula seria o responsável final dos atos de depredação por ser presidente da República. No momento das invasões, o petista estava em Araraquara, em São Paulo.
“O pedido dessa viagem, encaminhado somente às 20:27 do dia 5/1/2023, previa que o deslocamento se daria entre os dias 6 e 8 de janeiro com a finalidade definida como ‘atividade privada” afirmou a oposição no relatório paralelo.

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