As propostas são para o novo Plano Nacional de Cultura. Se aprovada no Congresso, vai estabelecer as metas da pasta pelos próximos dez anos. Segundo o portal Veja, caso a medida seja aprovada, as palavras “todos” e “todas”, por exemplo, seriam substituídas por “todes”. “Menino” e “menina” dariam lugar a “menine”.
Após enviada ao Congresso, o projeto será analisado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Em dezembro do ano passado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), presidente desta comissão, conseguiu aprovou a proibição da “linguagem neutra” em órgãos públicos.
Além do projeto da “linguagem neutra”, a secretaria de Cultura propõe que os programas educacionais recebam financiamento por uma parcela dos impostos sobre a renda de pessoas físicas e jurídicas. O fundo visa promover a “diversidade de linguagens e assegurar a inclusão universal nos processos educativos e culturais”.
Tribuna do Norte


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