A derrota expõe a fragilidade da articulação de Lula no Congresso Nacional. A última vez que um indicado ao Supremo foi rejeitado por parlamentares ocorreu há mais de um século, em 1894, no governo de Floriano Peixoto.
A derrota no plenário ocorreu após aprovação de Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por 16 a 11, após 8 horas de sabatina. A aprovação foi possível com a manobra do Palácio do Planalto que substituiu parlamentares da oposição, como o senador Sergio Moro (PL-PR).
Com a rejeição, a mensagem com a indicação de Messias foi arquivada e o presidente Lula terá que enviar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luis Roberto Barroso no Supremo.
Após a derrota de Lula e Messias, a presidência do STS se manifestou, veja a nota:
Nota da Presidência do Supremo Tribunal Federal
A Presidência do Supremo Tribunal Federal tomou conhecimento da decisão do Senado Federal de não aprovar, em sessão plenária realizada nesta data, a indicação submetida para o preenchimento de vaga nesta Corte.
O Supremo Tribunal Federal reafirma seu respeito à prerrogativa constitucional do Senado Federal.
Reitera, igualmente, o respeito à história pessoal e institucional de todos os agentes públicos envolvidos no processo, garantindo que a vida republicana se fortalece quando divergências são tratadas com elevação, urbanidade e responsabilidade pública.
A Corte aguarda, com a serenidade e o senso de responsabilidade institucional, as providências constitucionais cabíveis para o oportuno preenchimento da vaga em aberto.
Brasília, 29 de abril de 2026
Edson Fachin
Presidente do Supremo Tribunal Federal
Após a derrota de Lula e Messias, a presidência do STS se manifestou, veja a nota:
Nota da Presidência do Supremo Tribunal Federal
A Presidência do Supremo Tribunal Federal tomou conhecimento da decisão do Senado Federal de não aprovar, em sessão plenária realizada nesta data, a indicação submetida para o preenchimento de vaga nesta Corte.
O Supremo Tribunal Federal reafirma seu respeito à prerrogativa constitucional do Senado Federal.
Reitera, igualmente, o respeito à história pessoal e institucional de todos os agentes públicos envolvidos no processo, garantindo que a vida republicana se fortalece quando divergências são tratadas com elevação, urbanidade e responsabilidade pública.
A Corte aguarda, com a serenidade e o senso de responsabilidade institucional, as providências constitucionais cabíveis para o oportuno preenchimento da vaga em aberto.
Brasília, 29 de abril de 2026
Edson Fachin
Presidente do Supremo Tribunal Federal
Com informações do Diário do Poder



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