Os dois retornavam de uma consulta médica em Itajá em uma motocicleta quando foram interceptados por homens armados. Tiago foi atingido por vários disparos, principalmente na região da cabeça, e morreu no local.
Luana também foi baleada, com ferimentos no braço e no abdômen. Mesmo ferida, ela conseguiu fugir em direção a uma área de mata e usou o próprio celular para chamar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Segundo as informações iniciais apuradas no local, os suspeitos perceberam que a jovem havia sobrevivido e seguiram em sua direção pela vegetação. Luana foi alcançada e morta a cerca de 50 metros do ponto onde Tiago havia sido assassinado.
Após receber o chamado de emergência, equipes do Samu, com apoio da Polícia Militar, fizeram buscas pela região e localizaram os corpos nas proximidades de uma pedreira.
Ao lado do corpo de Luana, a Polícia Científica do Rio Grande do Norte (PCI-RN) encontrou cápsulas de munição calibre 9 milímetros e o celular usado pela vítima para pedir socorro.
A Polícia Civil investiga o caso e busca identificar os responsáveis pelo ataque. A motivação ainda não foi esclarecida.
Uma das linhas de investigação considera a possibilidade de Luana ter sido perseguida e morta para impedir que ela identificasse os autores ou fornecesse informações sobre o primeiro ataque. A polícia também apura uma possível ligação entre o duplo homicídio e outros crimes registrados recentemente na região de Angicos.
Após a perícia no local, os corpos foram recolhidos pela Polícia Científica do RN e encaminhados ao Instituto de Medicina Legal (IML), onde serão realizados os exames necessários.
TCM Notícia


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