Zanin afirma, no ofício divulgado na tarde de hoje, que o acesso ao conteúdo se faz necessário para que ele formule o seu voto para a sessão da próxima terça-feira, 15. Ocasião em que o plenário da Corte poderá determinar se o ministro Alexandre de Moraes será investigado pela relação com Vorcaro.
“Não se pode opor aos julgadores qualquer restrição ao acesso a informações, até porque todos eles estão submetidos ao dever de sigilo e de bem desempenhar suas funções, com imparcialidade e independência”, afirma Zanin, em trecho de sua decisão. “[É] dever pessoal de cada julgador de contribuir e otimizar o processo decisório.”
Revista Oeste

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