Segundo o documento, naquele ano o banco desembolsou R$40 milhões para o escritório de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes, e R$ 33 milhões para o escritório da advogada Dalide Corrêa.
Diretores do Master citam Dalide, em diálogos obtidos pela PF, como “canal direto com o STF”. A auditoria registra que as despesas jurídicas do Master saltaram de R$76 milhões em 2023 para R$215 milhões em 2024 e pede esclarecimento sobre o patamar usual desses gastos.
Dalide Corrêa afirmou, em nota, que “jamais atuou para o Master no Supremo Tribunal Federal nem procurou ministros da Corte para tratar de assuntos relativos ao banco”. Interlocutores disseram que ela prestou serviços a instituições depois absorvidas pelo Master, sem atuação junto aos tribunais superiores. O escritório Barci de Moraes não comentou. A PF não encontrou, nesses diálogos, menção nominal a ministros específicos como alvos da Operação Compliance Zero.
Diário do Poder


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