Fabiana foi morta no dia 23 de abril de 2024, dentro do imóvel onde morava e mantinha sua clínica, em Assú. Conforme apontado pela investigação da Polícia Civil, a psicóloga foi atacada com golpes de faca. O aparelho celular da vítima também foi levado após o crime.
A investigação mobilizou uma força-tarefa da Polícia Civil e levou à prisão de João Batista em menos de 12 horas após o homicídio. Servidor do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) à época, ele foi localizado quando chegava ao condomínio onde residia, em Natal.
Segundo a investigação, antes de ser preso, João havia procurado atendimento em uma unidade de saúde da capital em razão de um ferimento. A apuração policial relacionou a lesão aos acontecimentos ocorridos dentro da clínica de Fabiana.
Agora, mais de dois anos depois do crime, o processo chega à fase de julgamento pelo Tribunal do Júri. Caberá aos jurados analisar as provas e decidir sobre a acusação apresentada contra o réu, respeitados o contraditório e a ampla defesa.
Com informações do Assú ´Notícias



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