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Prefeito Nixon Baracho participa do lançamento do Plano de Contingência de Inundações do Baixo-Açu



Com a participação de autoridades políticas da região do Vale do Açu, o governo do Estado lançou nesta quinta-feira (24), o Plano de Contingência de Inundações do Baixo-Açu. O plano define as medidas de ação em caso de inundação nos municípios de Assu, Ipanguaçu, Alto do Rodrigues, Pendências, Porto do Mangue e Macau.

Segundo estudos sobre o inverno deste ano desenvolvidos pela Emparn, a previsão é de um volume de chuva em torno de 350 milímetro na região para o trimestre março, abril e maio, com a possibilidade de ocorrência de chuvas com mais frequência nas cabeceiras dos rios, o que beneficiaria a recomposição dos reservatórios como a Barragem Armando Ribeiro, que acumula hoje 46% da capacidade total, que é de 2,37 bilhões de metros cúbicos.

Para o coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Marcos Carvalho, o plano considera diversos fatores, com diferentes cenários. “Inclusive aqueles mais extremos, para os quais precisamos prever as ações e medidas necessárias de prevenção, urgência, emergência. Não estamos dizendo que esse extremo vai, ou pode ocorrer amanhã, ou depois. Mas devemos sempre considerar que é possível. E, havendo possibilidade, deve ser contemplado no Plano de Contingência”, reforçou.

O evento aconteceu na cidade de Assú e contou com a presença do prefeito Nixon Baracho, que inclusive, já tomou as primeiras providências no município de Alto do Rodrigues no sentido na tentativa de se antecipar a um possível problema de inundação da cidade devido a previsão de um grande volume de chuvas para este ano.

Também participaram do evento, a governadora Fátima Bezerra, os prefeitos dos municípios da região do Vale do Açu, o deputado estadual George Soares, representando a Assembleia Legislativa, vereadores e secretários municipais.

AÇÕES DO PLANO DE CONTINGÊNCIA

  • Ações de Monitoramento (Observação, medição e avaliação repetitiva e continuada de dados técnicos, utilizando métodos comparativos);
  • Acompanhamento;
  • Alerta (Situação em que o perigo ou risco é previsível a curto);
  • Alarme (Aviso, seja por sinal, dispositivo ou sistema, sobre condições de risco imediato);
  • Socorro (Atendimento à população atingida);
  • Assistência às Vítimas;
  • Restabelecimentos dos Serviços Essenciais (Como reconstrução de estradas, pontes, e retorno dos serviços de água e energia etc.).
  • Possíveis impactos
  • Sociais:
  • 5280 famílias desabrigadas ou desalojadas;
  • Cerca de 15.840 pessoas;
  • 11% da população total dos municípios.
  • Econômicos:
  • Carcinicultura;
  • Indústria Salineira;
  • Fruticultura Irrigada;
  • Indústria Petrolífera;
  • Turismo;
  • Comércio;
  • Destruição de rodovias e pontes.

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