Para o parlamentar, o agendamento responde à pressão de artistas e emissoras de TV.
“É uma pauta corporativista que coloca os interesses setoriais acima dos interesses da sociedade. Obviamente, não é prioridade para a população e não deveria ser para o parlamento. Infelizmente, muitos cedem ao lobby”.
Ao Diário do Poder, Marques recordou que apesar de ter campanha movimentada por grandes nomes da classe artística, a primeira versão da proposta “fracassou de forma retumbante. Mas os interesses persistem, por isso vão fazer uma nova tentativa, fatiando o texto. Eu lutarei contra”, destacou.
Questionado sobre o entendimento acerca da regulação das mídias sociais, o parlamentar afirma que combater fakenews não é a intenção do projeto patrocinado pelo governo Lula.
“Não se trata de combater fake news e sim de instituir a censura e o controle”.
Segundo o catarinense, destacam entre as intenções do governo, “a criação de um comitê gestor que mais parece um ministério da verdade para moderar a internet, a derrubada de publicações sem decisão judicial e a criação da pena de proibição de acesso à internet”.
O parlamentar seguiu: “Está evidente que este projeto tem o nítido intuito de calar vozes e opiniões das quais os poderosos não concordam”, arrematou.
Diário do Poder


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