Respondendo a repĂłrteres sobre o recente relatĂłrio da CIA sobre a origem da pandemia, a secretĂĄria de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que Trump havia levantado a hipĂłtese anteriormente, mas foi atacado como "conspiracionista", no entanto, "Agora, podemos confirmar que era tudo verdade".
"Parabéns a John Radcliffe (diretor da CIA) por revelar esse fato ao povo americano, mas muito tarde". "O governo Biden teve a chance de informar o povo americano sobre isso e, por algum motivo, optou por não fazer", acrescentou.
VĂĄrios relatĂłrios e estudos apontavam que o Instituto de Wuhan estava realizando pesquisas em coronavĂrus desde 2014, incluindo pesquisas de ganho-de-função.
O projeto da COVID se iniciou com Peter Daszak, um zoĂłlogo britĂąnico da organização EcoHealth Alliance, em parceria com o Instituto de Wuhan. Chamada de "Projeto Defuse", a pesquisa teve seu financiamento rejeitado na Ă©poca pela AgĂȘncia de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa do PentĂĄgono (DARPA) e Daszak precisou buscar outros meios.
Foi quando surgiu o interesse do Dr. Anthony Fauci, então diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIADI). Sendo reconhecido o "principal cientista dos EUA", Fauci ajudou a financiar o projeto com US$ 8 milhÔes desde 2014.
O projeto, que foi elaborado para um laboratĂłrio de biossegurança nĂvel 3 de alta contenção, foi realizado em um de nĂvel 2, que era o Instituto de Wuhan.
Essa escolha foi porque, na China, era mais fĂĄcil contornar preocupaçÔes de segurança ligadas ao trabalho de biossegurança de alto nĂvel. Nos EUA, esse tipo de pesquisa estava totalmente proibido.
Em Wuhan, os cientistas tentaram realizar uma engenharia reversa no coronavĂrus de alto risco sintetizando proteĂnas spike com locais de clivagem de furina, a exata caracterĂstica que levou a COVID-19 a um evento pandĂȘmico. Em outras palavras, transformaram um vĂrus de morcego patogĂȘnico em humanos.
Via Ferrygno


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