"Lula, durante 2018, recebeu 572 visitas na prisão, inclusive 21 do então candidato à presidência do PT, Fernando Haddad"
| Foto: reprodução |
O ex-juiz da operação Lava Jato, senador Sérgio Moro, se pronunciou através de suas redes sociais sobre a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir o pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) de visitar o seu pai e cliente Jair Bolsonaro (PL) em razão de uma divulgação de uma carta.
Sérgio Moro, disse que quando o atual presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve preso em razão da operação Lava Jato, não teve o seu direito de receber visitas cerceado.
"Lula, durante 2018, recebeu 572 visitas na prisão, inclusive 21 do então candidato à presidência do PT, Fernando Haddad. Seus visitantes concediam, em seguida, longas entrevistas a TV e à imprensa sobre o que Lula havia falado.Nunca cogitei cercear o direito de visita ou de correspondência de Lula.
Já Bolsonaro agora não pode mais receber visitas de seu filho, Flávio Bolsonaro, na prisão domiciliar e pelo jeito também não tem assegurado o direito de correspondência previsto na lei para todo preso.
Falta proporcionalidade e legalidade à decisão do Min. Moraes", observou o magistrado.
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