
Com parecer favorável da Procursdoria-Geral da República (PGR), o ministro Mendonça acolheu o pedido da defesa de Silvio Feitoza, com base em seu grave quadro de saúde que o levou a ficar internado desde a semana passada, sob risco de morte.
Médicos diagnosticaram isquemia miocárdica causada por obstrução de cerca de 90% das artérias coronárias do acusado de desempenhar funções de “diretor financeiro” do esquema sob liderança de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. E, na última semana, passou por cateterismo e angioplastia com implante de stent.
Ao determinar sua prisão, em dezembro, Mendonça relatou que Silvio Feitosa e outros investigados “não desistiram de continuar na empreitada criminosa”, mesmo após medidas judiciais determinadas em abril, no âmbito da Operação Sem Desconto, quando houve a repercussão nacional do caso.
Na ocasião, a PGR afirmou que Silvio Feitoza demonstrou disposição em dar continuidade às práticas delitivas, sob ordens de “Careca do INSS”. E expôs que o investigado teria “acesso a fluxos financeiros e a registros patrimoniais sensíveis”.
Diário do Poder
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