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Prefeita Raquel Lemos pede autorização a Câmara para empréstimo e revolta a população

 Assunto repercute de forma negativa em Alto do Rodrigues e em toda a região

Foto: reprodução

A população de Alto do Rodrigues recebeu com indignação na última quarta-feira (12) dois Projetos de Lei enviados pela prefeita Raquel Lemos (PP) à Câmara Municipal, pedindo autorização para fazer empréstimos que somados totalizam R$ 6 milhões.

A população ficou surpresa pela aparente falta de necessidade desse dinheiro, uma vez que o município arrecadou ano passado cerca de R$ 150 milhões e as reclamações dos moradores são constantes em todos os setores do serviço público pela a ausência da gestão.

Existem reclamações para todos dos gostos, especialmente na área de saúde, embora a prefeita seja médica. Populares estão de forma constante nas redes sociais e em grupos do whatsapp fazendo campanhas para arrecadar dinheiro para realizar tratamentos de saúde por falta de suporte da gestão, como é do conhecimento de toda a comunidade.

A indignação da população de Alto Rodrigues também se baseia no fato de que a arrecadação mensal do município atualmente gira em torno de R$ 15 milhões, conforme orçamento aprovado pela Câmara, e não se tem notícia de qualquer obra em andamento, tocada exclusivamente com recursos próprios do município. Até a obra do saneamento básico, iniciada na gestão do ex-prefeito Nixon Baracho e bastante avançada, foi negligenciada pela atual prefeita.

Por essa e por outras questões, nas ruas, no dia-a-dia ouvindo a comunidade, é fácil perceber a reprovação da atual gestão municipal. Há quem diga que a prefeita Raquel Lemos, está evitando exposição pública, e que inclusive, teria arrumado uma boa desculpa para se ausentar de participar da abertura da Copa Alto Folia, no ginásio municipal, consciente da baixa popularidade. 

Inclusive, na área do Esporte, a mandatária prometeu durante toda a campanha eleitoral criar uma secretaria, mas desde que assumiu o poder não toca no assunto.

Durante a sessão plenária da Câmara, a vereadora Kívia Karoline (PSDB) teve o mesmo entendimento da população e alertou para a necessidade de se fazer uma consulta nas contas do município para saber qual seria a real necessidade de se fazer um empréstimo de R$ 6 milhões diante de uma arrecadação mensal em torno de R$ 15 milhões, porém, foi vencida pela maioria.

É importante lembrar que, no mínimo, a metade do valor solicitado no empréstimo, a gestão vai torrar durante três noites de farra com contrações de bandas, trios, palco, iluminação, entre outros, com as festividades de emancipação, Alto Folia, e ainda, Dia do Evangélico e o Ato do Fé. Nada contra quando o dinheiro público é aplicado prioritariamente na resolução dos problemas que mais afligem a população.


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